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Finalmente, alguma visibilidade para o efeito benéfico da vitamina D contra a COVID.

No âmbito da luta contra a COVID-19, 73 especialistas francófonos e seis sociedades científicas nacionais, reunidos em torno do Prof. Cédric Annweiler, diretor do Serviço de Geriatria do CHU de Angers, e do Prof. Jean-Claude Souberbielle, ambos especialistas em vitamina D, apelam à suplementação com vitamina D de toda a população francesa (e não apenas das pessoas idosas ou em risco de desenvolver formas graves de COVID-19).

Reduzir a infeção e as formas graves de COVID-19

Com efeito, um número crescente de estudos científicos mostra que a suplementação com vitamina D (sem substituir a vacinação) contribuiria para reduzir a infeção pelo SARS-CoV-2, bem como o risco de formas graves de COVID-19, de internamento em cuidados intensivos e de morte.

Este grupo de especialistas apelam à suplementação da população no seu conjunto, e não apenas das pessoas mais idosas.
Quais são os dados atualmente disponíveis na literatura? Que mensagens práticas se podem retirar? Que suplementação propor em prevenção e em caso de COVID? Posição e recomendações de especialistas e de sociedades científicas nacionais francesas. Leia o artigo completo no site

 

Em resumo: recomenda-se conhecer bem o seu estado vitamínico D e fazer a sua suplementação à razão de +/- 1200 UI/dia.

"Na ausência de um risco importante associado à suplementação com uma dose adequada33 e tendo em conta que cerca de metade da população geral francesa apresenta hipovitaminose D,34tudo aponta atualmente para a suplementação com vitamina D ao longo de todo o ano das pessoas em risco de hipovitaminose D (ou seja, pessoas com 80 anos ou mais, doentes, frágeis, dependentes, obesas ou residentes em estruturas residenciais para pessoas idosas), e da população geral durante o período de inverno.22O objetivo é que a maioria da população geral atinja uma concentração sérica de 25(OH)D entre 20 e 60 ng/mL. Os estudos metodologicamente mais sólidos indicam que são necessários aportes de 1 200 UI/dia para tal,35 o que, na ausência de formas farmacêuticas de vitamina D adequadas a uma toma diária simples, poderia ser substituído por uma toma de 50 000 UI de vitamina D3 por mês. Deveria ser prescrita o dobro desta dose às pessoas obesas. Esta atitude corresponde, na realidade, a respeitar a recomendação (fora da Covid-19) de manter um estado vitamínico D satisfatório na população geral e, por conseguinte, não é necessário aguardar os resultados de ensaios controlados aleatorizados dedicados à Covid-19 para a aplicar."

Artigo completo e bibliografia no site

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